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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sobre deixar as coisas pra lá.

Sentir-se incomodado com o silêncio é uma dádiva. Nos faz saber quando não há mais necessidade de conversas, galanteios, inverdades e todo o resto. Nos cabe então a função de resolver tudo, resolver todos esses nós de nós, seja indo atrás ou deixando pra trás. Whatever works.

Claro, o "se" vai se fazer presente, e será um grande causador de problemas... Mas quem liga? Nós não. Eu não. Você menos ainda.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Afogado.

E daí que eu estava bem.
E daí que eu estava bem em todos os aspectos, como fazia tempo que não estava.
E daí então, como maior alegria do meu começo de semana, vejo uma foto sua sendo feliz e o que acontece?




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Antes de uma ideia maluca de se jogar do sétimo andar se apossasse da minha mente, ou d'eu sentir tudo ao meu redor desmoronar, antes mesmo de pensar sobre isso, uma sensação de felicidade me preenche e me afoga.

É, isso aí. Tô me afogando em felicidades por você. Sério. :)

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Mudei.

Sabe meu amor, chorei.
Tanto, tanto que cansei.
E então, mudei. Tanto, tanto.
E por você não mais chorei.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

E a dignidade?

A urgência interna batia na tecla: "Vai lá, procura saber!"
A razão dizia, "Se for seu, volta."
Os amigos diziam, "Deixa pra lá, talvez não fosse a hora."

Os dedos digitaram: "Oi, não fala mais comigo?"
E rapidamente, antes de pensar, clicaram em ENVIAR.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Pré maduro.

Fez-se então indiferente à minha diferença.
Matou prematuro, o que em mim já havia nascido.
Logo, levara tudo o que fez questão de trazer.

Disse então, mais de uma vez, "Não era isso que eu queria".
Cantou sua liberdade, e decretou o fim da minha.

O fim da linha.

Me mostrou o que quis de verdade.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Estalo

Estalo, estalinho, estalado.
Beijo gostoso, safado, roubado.
Sorrisos, parquinho, segredo sagrado.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O amor está sempre comigo. E isso eu aprendi.

Aprendi que amo, mesmo quando acho que não.
Aprendi, mesmo a duras penas, que amo. E sou amado.
Aprendi que o amar não é o encontrar. É a busca, o buscar.
Aprendi que o amar alguém não é só aquele querer bem, bem-querer, que arde sem se ver. É aquele sempre-bem-querer, que não importa a situação. Bem, perto, longe ou mal. Mesmo que estes últimos sejam um pouco (mas só um pouco) sofridos.
Aprendi que para amar e ser amado, o outro não deve ser seu objeto de felicidade. O outro deve ser outra felicidade a se somar com a sua.
Aprendi também que com o amor dos outros, tudo é fácil. E que com o nosso, só funciona se a gente correr atrás.

Estou estudando esse tal de amor. Mesmo não sendo matéria para se estudar, mas para ser experimentada.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

GEt oVEr!

É bom acordar bem consigo mesmo. Apreciar o canto dos pássaros, o sol batendo na janela, e até mesmo aquela quase insuportável dor de estômago que fez do seu sono, turbulência. É incrível acordar bem e descobrir que está livre de um sentimento sem reciprocidade. Descobrir que está livre daquele espinho na pele, da bolha no pé. Dois meses de pequenas angústias e um, enfim, de superação. E por falar em superar, a hora é essa (até já passou, pra falar a verdade), de tirar da vida o que incomoda e ficar só com o que é bom. É isso que eu tô fazendo JÁ FIZ. 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Nos nós, nós.

Ainda presos à volúvel embalagem de cada um de nós.
Ainda estamos presos a cada um de nossos nós.

(...)

É, vai demorar um bocado de tempo para que a gente consiga aprender a se entregar de corpo e alma.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Muda, mundo.

E sabe se lá
se você sabe que
um sorriso muda tudo.
Um sorriso muda o mundo.
Teu sorriso muda meu mundo.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Arte, aparte. À parte.

Meu sonho é transformar os teus problemas em arte.

É destruir minha corrente e lhe conceder o aparte.
É transformar o que nos aflige em coisas à parte.
É, às vezes, fugir desse lugar e te levar pra Marte.
Ou esconder-te em meu baluarte.

Outras vezes, apenas usar-te.
Pro meu descarte.
Usando o meu bacamarte.
Com o valor de pilarte. E um jeitinho de catarte.

É sorrir, brincar, dançar, hastear o estandarte!
Cantar, festejar, sentir na boca o gosto de farte.
Felicidade se reparte.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Desencontros num Metrô.

Encontrar no Metrô uma pessoa que já foi uma de suas maiores referências amorosas, e não saber o que fazer. O coração dispara, e você enrubesce. Logo após, você pergunta se ele te viu, cenas do passado de vocês vem a mente. O coração desacelera, o rosto volta ao normal. Você lembra, ou até descobre, que não se importa mais. Surtando, você corta o contato com a pessoa. Apaga o telefone, desfaz a amizade nas redes sociais. Se não acabou bem, restará um pouco de "porquê-será-que-não-deu-certo?". Se foi amigável, você se pergunta se um dia poderão ser amigos. Já sabendo que, amigável ou não, sempre terão aquela tensão. Aquela coisa que faz os seus corpos conversarem. Os malditos feromônios. Confuso por tudo ser tão rápido, você embarca no vagão, sem esperar que ele te veja. Mas você fica de olho, faz questão disso. Faria questão também, de passar na frente dele, e mostrar o quão bem você está sem ele. No entanto, você fica parado, só olhando. E, no momento em que você se distrai, ele te vê. Te olha por um tempo, vai pra perto de onde você está. Os olhos se encontram. O que falam? Não saem do 'Oi'. Ele te pergunta por que não larga o celular, e você diz que está respondendo um e-mail importante. Na verdade, o celular é um escape, pra não olhar nos olhos dele. Na próxima estação, ele dá tchau, te dá um abraço e desembarca. Você continua, e atônito, guarda o celular e passa o dia pensando no ocorrido.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Sobre a separação

(Ou "Quando a melancolia bate à porta")

Se separar nunca é fácil.
Se separar nunca é bom, principalmente quando se está no meio do processo.   Gestos, risos, planos e, acima de tudo, memórias.

Memórias boas, ruins.

Memórias, memórias.

Memórias.

sábado, 10 de novembro de 2012

Trajetórias

E Ele era só. Muito só.
Continuou só. Seria sempre só.

Mas um dia, Ela apareceu.
E ele a conheceu. Sua cabeleira ondulada, clara, inundava seu mundo.
E ele sentiu-se feliz, tão feliz, mas não parou por aí.

Com ela, veio O Outro.
Suas nuances o intrigaram, e de início eles eram distantes.
Mas, com o tempo, Ele se uniu à Ela e aO Outro, e foram fortes juntos.
Mas não parou por aí.

Através d'O Outro, Ele conheceu muito.
Conheceu A Voz e A Louca.
Fora um rápido encontro, e logo se distanciaram.
E mais uma vez, não parou por aí.

Ela se distanciou, e O Outro também.
E Ele, dessa vez, se uniu À Voz.
E passava horas com A Voz.
E não parou por aí.

Sobre A Voz, conheceu muito, mas não tudo.
E se expandiu novamente. Se enturmou com A Louca.
Foram felizes. Conhecera, desencontraram e reencontraram A Omissão.
Mas ela pouco tempo ficou, e nessa história ela não é mais citada.

Passava as tardes com A Voz, e as noites com A Louca.
Divertiam-se, faziam planos, cantavam as felicidades e as mágoas.

Num fim de época, o Outro ressurgiu, e foi acolhido como deveria, bem.
E continuaram felizes, mas nada parou por aí.

Um dia, no meio dessa felicidade,
Ele encontrou Ela no caminho de volta.
E Ela então surge, esporadicamente, em seus encontros e desencontros.

Linda como sempre.

Os quatro, Ele, A Voz, O Outro e A Louca,
denominaram-se A Família, e estão, mais que tudo, unidos.
Unidos por laços fortes, que não pararão por aí.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sobre o amor, parte III


Sinto saudades, te ligo, você atende, ofegante, voltando pra casa. E a gente conversa, fala mal, fala bem, fala tudo, até não poder mais. Falar, falar e falar, fazer, amor, falar, comer, beber, falar, sorrir.  Se encontrar nas palavras, gestos, sorrisos. Momentos escassos, mas não temo que falte o amor. ♥

Sobre o amor, parte II


Sinto saudades, a gente se encontra, conversa, bebe, vive. E a gente briga, fica sem se falar, mas uma hora, algum dos dois manda um sms, inicia uma conversa num chat e tudo volta ao normal, na perfeita paz. Prova viva de que o amor é maior e as diferenças muitas, porém insignificantes. Mesmo na desavença, quando foi que eu deixei de te amar? ♥